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Fonte : NTU

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17/12/2012


Transporte clandestino aumenta e fiscalização intensifica ações de combate

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Os “piratas” atuam perto dos terminais de ônibus, rodoviária, área central, principais pontos dos coletivos e na saída da cidade

A prática de transportar passageiros de forma clandestina cresceu devido a aproximação das festas de fim de ano. Basta permanecer por alguns minutos nos pontos de ônibus da área central da cidade para flagrar vários veículos particulares oferecendo os serviços da chamada 'lotação'. Eles disputam o espaço próximos as paradas dos coletivos, terminais de ônibus e da rodoviária.

Esses infratores cobram passagens a valores bem abaixo do mercado e, às vezes, com viagens muito mais rápidas, mas sem qualquer garantia de segurança. Os usuários não se preocupam com o risco que correm, levam em consideração apenas a vantagem em pagar menos e o curto tempo para chegar ao destino desejado.

“A situação é pior na Avenida Fab e Rodovia JK, Leopoldo Machado e terminal rodoviário. Muitos motoristas clandestinos, usando seus carros particulares, fazem o trajeto Macapá/Santana. Nosso receio é que esse problema aumente e fique sem controle”, observa o diretor de trânsito de Macapá, Jair Coelho.

Segundo o taxista Raimundo Uchôa, os piratas ainda estão pegando passageiros nos pontos de ônibus dentro da cidade. “Em consideração a uma promessa feita pela prefeitura, estamos aqui e queremos ajudar a cidade a crescer, mas precisamos de fiscais para que tudo funcione de forma legal e organizada. Quem vai para Santana, por exemplo, não tem o que fazer se os clandestinos pegam os passageiros no ponto”, questionou.

As linhas que possuem menos ônibus a disposição são as preferidas entre os clandestinos. Nos bairros Marabaixo e Brasil Novo, a fiscalização intensificou o efetivo para coibir os infratores que atuam nessa área o dia inteiro. Alguns carros particulares apreendidos usam até adesivo identificando o destino da viagem.
O Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Amapá (Setap) que também está acompanhando as fiscalizações e informou que na linha Infraero II/Marabaixo, 20 carros fazem o transporte coletivo num intervalo de dez minutos. “O problema é que os motoristas clandestinos rodam o dia inteiro, eles atuam principalmente nos pontos de ônibus e táxi. Outro ponto explorado é o eixo com maior fluxo de passageiros na Avenida Fab, Rodovia JK, e terminal rodoviário”, destacou Artur Sotão

Segundo o diretor de trânsito da Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá (CTMac), Jair Coelho, com a chegada do fim do ano aumentou o número de transporte clandestino na capital e nas linhas de ônibus intermunicipais. “Nós da capital e os demais órgãos responsáveis pela fiscalização já iniciamos o serviço intensificado nas ruas, pontos de ônibus e na BR, em média oito carros particulares são apreendidos nas em Macapá, nas linhas intermunicipais em que atua o Batalhão da Polícia de Trânsito (BPTRAN) e a Polícia Rodoviária Federal esse número é bem maior”, destacou.

Os carros apreendidos em Macapá são conduzidos para o pátio da CTMac, na linha de Santana fica sob a responsabilidade do Sitrans, das linhas intermunicipais no Departamento de Trânsito (Detran), para retirar o proprietário tem que pagar uma multa que varia entre R$ 600 a R$ 1 mil. (Alexandra Flexa/aGazeta)



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