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Fonte : NTU

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12/09/2014


NOTA DE REPÚDIO

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O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amapá (Setap) vem a público repudiar as informações mentirosas e ofensivas contra seus diretores sobre suposta fraude na concessão de licença para a empresa Expresso  Marco Zero.

Em nenhum momento, qualquer empresa foi notificada, comunicada ou sequer ouvida pelo Ministério Público ou pelo Poder Judiciário sobre a denúncia. Ela se baseia unicamente em interpretações equivocadas de gravações apuradas pela Polícia Federal durante a operação Mãos Limpas, de pessoas que sequer possuem ligação com as empresas que operam em Macapá.

A empresa Expresso Marco Zero passou a operar na capital dentro da legalidade, a partir da demanda surgida com a falência de duas empresas, no ano de 2009. O processo é totalmente legal, tem amparo na legislação, e encontra precedentes em várias cidades, em função da defasagem da Lei de Licitações, que necessita urgentemente de reformulação.

O Setap reafirma que a Expresso Marco Zero entrou no sistema e mantém-se nele dentro da legalidade, por força de acordo judicial, e é atualmente uma das empresas  que mais investe na melhoria do transporte público. Somente este ano, ela adquiriu 12 veículos novos, dos 37 que entraram em operação em 2014. Tratam-se de ônibus novos, com acessibilidade, e dentro dos padrões exigidos pelos órgãos de transporte e trânsito.

O sindicato estranha e repudia a manifestação da Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá (CTMac) que, ao invés de esclarecer, emite declarações oportunistas, tentando fazer a opinião pública acreditar que a solução da mobilidade urbana de Macapá está unicamente na licitação do transporte público. A questão é bem mais ampla e envolve a péssima malha viária, a falta de abrigos, a falta de acessibilidade em calçadas e em paradas de ônibus e a ausência de planejamento em mobilidade urbana. Além disso, segundo já foi denunciado pela imprensa, tenta a todo custo abrir concessão para outra empresa, oriunda Belém, sem o devido processo legal, supostamente para pagar dividas políticas, cometendo grave ilegalidade.

Por todos estes motivos, o Setap ingressará junto ao Ministério Público Estadual para pedir que haja um acompanhamento e fiscalização daquele órgão, de modo que se evite qualquer ato ilegal. Além disso, vai pedir informações sobre as supostas denuncias e se manifestar tempestivamente.

Para o sindicato, transporte público se faz com compromisso, seriedade, investimentos e legalidade.
 
Macapá – AP, 12 de setembro de 2014.
 
A)  DIRETORIA DO SETAP



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